Skip to main content

Cirurgia Bariátrica e Diabetes: Como a Cirurgia Pode Promover a Remissão do Diabetes Tipo 2

Cirurgia Bariátrica e Diabetes Tipo 2: Como a Cirurgia Pode Promover a Remissão do Diabetes

Resumo Rápido

  • A cirurgia bariátrica é um tratamento reconhecido para diabetes tipo 2 em pacientes com obesidade.
  • Ela pode promover remissão completa do diabetes — sem medicamentos — em grande parte dos casos.
  • Os mecanismos vão muito além da perda de peso: envolvem mudanças hormonais, intestinais e metabólicas profundas.
  • A indicação depende do IMC, do controle glicêmico e de avaliação individualizada com endocrinologista.
  • A cirurgia não é definitiva: o acompanhamento médico contínuo é essencial para evitar a recidiva do diabetes.

Introdução

Você tem diabetes tipo 2 e já ouviu falar que a cirurgia bariátrica pode "curar" o diabetes? A resposta não é tão simples — mas há dados robustos mostrando que esse procedimento pode levar à remissão completa da doença em uma parcela significativa dos pacientes.

A obesidade é o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 — uma doença crônica caracterizada por resistência à insulina (quando o corpo produz insulina, mas não consegue utilizá-la de forma eficiente) e disfunção progressiva das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.

Apesar de dietas, exercícios e medicamentos como a metformina e os agonistas do receptor de GLP-1 (semaglutida, liraglutida) serem altamente eficazes, alguns pacientes com obesidade grave e diabetes de difícil controle se beneficiam de uma abordagem mais estrutural: a cirurgia bariátrica — ou, como é chamada quando o objetivo principal é o controle metabólico, cirurgia metabólica.

Neste artigo, explico os mecanismos por trás da remissão do diabetes após a cirurgia bariátrica, os critérios de indicação atualizados e o que esperar a longo prazo.

O que Você Precisa Saber

1. A cirurgia bariátrica não age apenas reduzindo o tamanho do estômago. Ela provoca alterações hormonais, na microbiota intestinal e nos ácidos biliares que impactam diretamente o metabolismo da glicose — independentemente da perda de peso.

2. A remissão do diabetes é definida pela ADA/EASD (2021) como HbA1c < 6,5% e glicemia de jejum < 126 mg/dL, mantidos por pelo menos 3 meses sem uso de medicamentos antidiabéticos.

3. As técnicas mais estudadas são o bypass gástrico em Y de Roux (RYGB) e a gastrectomia vertical (sleeve). O RYGB apresenta taxas de remissão geralmente superiores.

4. A indicação cirúrgica depende de critérios clínicos precisos — incluindo IMC, tempo de diagnóstico do diabetes e controle glicêmico — e deve ser avaliada por um endocrinologista.

5. A remissão não é permanente em todos os casos: o diabetes pode recidivar anos após a cirurgia, especialmente sem acompanhamento e mudanças de estilo de vida.

O Que é Cirurgia Bariátrica?

A cirurgia bariátrica é um conjunto de procedimentos cirúrgicos realizados com o objetivo de promover perda de peso significativa e sustentável em pessoas com obesidade. Quando realizada com foco no controle de doenças metabólicas como o diabetes tipo 2, também é chamada de cirurgia metabólica.

Técnicas Mais Utilizadas

Bypass gástrico em Y de Roux (RYGB): Considerado o padrão-ouro para remissão do diabetes, cria um pequeno reservatório gástrico e conecta diretamente ao intestino delgado, desviando o duodeno e parte do jejuno.

Gastrectomia vertical (sleeve): Remove cerca de 80% do estômago, reduzindo sua capacidade e alterando significativamente os hormônios intestinais relacionados ao apetite e ao metabolismo.

Ambos os procedimentos provocam mudanças muito além da restrição calórica — o que explica por que pacientes com diabetes frequentemente apresentam melhora glicêmica ainda nas primeiras semanas após a cirurgia, antes mesmo de perder peso significativo.

Por Que a Cirurgia Bariátrica é Relevante no Tratamento do Diabetes?

O diabetes tipo 2 é uma epidemia global. No Brasil, estima-se que mais de 16 milhões de pessoas vivam com a doença — e a obesidade está diretamente ligada à maioria dos casos em adultos. [REFERÊNCIA NECESSÁRIA — sugerir busca PubMed: prevalência diabetes tipo 2 Brasil 2023]

Para pacientes com obesidade grave e diabetes de difícil controle, mesmo com múltiplos medicamentos, a cirurgia bariátrica representa uma das intervenções com maior impacto metabólico disponíveis. Ela não apenas auxilia na perda de peso, mas pode promover a remissão do diabetes — normalizando os níveis de glicose no sangue sem o uso de medicamentos.

Isso tem impacto direto na redução do risco de complicações como doenças cardiovasculares, neuropatia diabética (lesão nos nervos), doença renal e retinopatia (lesão nos olhos).

[TRECHO CITÁVEL — DADO] No Brasil, mais de 16 milhões de pessoas vivem com diabetes tipo 2, e a obesidade é o principal fator de risco modificável da doença. A cirurgia bariátrica é uma das intervenções com maior evidência de impacto metabólico em pacientes com obesidade grave e diabetes não controlado.

Mecanismos da Remissão do Diabetes Após Cirurgia Bariátrica

A cirurgia não age por um único mecanismo. Trata-se de um fenômeno multifatorial — o que torna esse tratamento tão poderoso (e complexo).

1. Restrição Alimentar

A redução do tamanho do estômago limita fisicamente a quantidade de alimentos ingeridos. Isso contribui para a queda nos níveis de glicose circulante e melhora imediata do controle glicêmico.

2. Alterações Hormonais — O Papel do GLP-1

Após a cirurgia, há aumento expressivo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon tipo 1) — hormônio intestinal que estimula a secreção de insulina, inibe o glucagon e promove saciedade. Ao mesmo tempo, a grelina (hormônio do apetite) diminui, e o PYY (peptídeo YY, que sinaliza saciedade) aumenta. O resultado é melhor controle glicêmico e menor desejo de comer.

Vale lembrar: os agonistas do receptor de GLP-1 (como a semaglutida) mimetizam parcialmente esse efeito farmacologicamente — mas a cirurgia provoca elevações muito mais intensas e sustentadas desse hormônio.

3. Hipótese do Intestino Posterior

No RYGB, alimentos chegam mais rapidamente ao intestino delgado distal, estimulando maior liberação de GLP-1. Isso melhora a secreção de insulina e reduz os níveis de glucagon — hormônio que eleva a glicose sanguínea.

4. Hipótese do Intestino Anterior

A exclusão do duodeno e do jejuno proximal pode reduzir a secreção de sinais que prejudicam a sensibilidade à insulina — embora esse mecanismo ainda seja debatido na literatura científica.

5. Modulação da Microbiota Intestinal

A microbiota intestinal — conjunto de bactérias que habitam o trato digestivo — é profundamente alterada pela cirurgia. Há aumento de bactérias produtoras de ácidos graxos de cadeia curta, que melhoram a sensibilidade à insulina e reduzem a inflamação metabólica. 

6. Regulação dos Ácidos Biliares

Os ácidos biliares são substâncias produzidas no fígado que ajudam na digestão de gorduras. Após a cirurgia, seus níveis circulantes aumentam e ativam receptores que melhoram a homeostase da glicose e a sensibilidade à insulina.

7. Redução dos Aminoácidos de Cadeia Ramificada (BCAAs)

Níveis elevados de BCAAs (leucina, isoleucina, valina) estão associados à resistência à insulina. A cirurgia bariátrica reduz esses níveis, contribuindo para a melhora metabólica.

8. Impacto no Tecido Adiposo

Com a perda de gordura visceral (a gordura "de dentro da barriga", mais associada ao risco metabólico), reduz-se a inflamação sistêmica e aumenta a produção de adiponectina — hormônio com efeito protetor no metabolismo da glicose.

9. Alterações no Sistema Nervoso Central

Estudos com neuroimagem mostram que a cirurgia reduz a resposta cerebral a alimentos ultraprocessados, diminuindo o desejo por esses alimentos e contribuindo para a manutenção da perda de peso a longo prazo. 

Quais São as Taxas de Remissão do Diabetes?

Os dados da literatura são expressivos. O estudo STAMPEDE (publicado no New England Journal of Medicine) demonstrou que pacientes submetidos ao bypass gástrico apresentaram taxas de remissão do diabetes significativamente superiores ao tratamento clínico intensivo em seguimento de 5 anos. O Swedish Obese Subjects (SOS) Study, com mais de 20 anos de acompanhamento, também confirmou a redução sustentada na incidência e recidiva de diabetes após cirurgia bariátrica.

Em geral, o bypass gástrico apresenta taxas de remissão superiores à gastrectomia vertical — mas ambas superam o tratamento clínico isolado em pacientes com obesidade e diabetes de difícil controle.

Remissão do diabetes tipo 2 após cirurgia bariátrica é definida, conforme o consenso da ADA/EASD de 2021, como a manutenção de hemoglobina glicada (HbA1c) abaixo de 6,5% e glicemia de jejum abaixo de 126 mg/dL por pelo menos 3 meses consecutivos, sem uso de medicamentos antidiabéticos.

🔎 Você tem diabetes tipo 2 e está avaliando suas opções de tratamento? Agende uma consulta com o Dr. Rodrigo Bomeny — endocrinologista com experiência em diabetes e obesidade — para uma avaliação personalizada. Atendimento presencial em Campo Belo e Hospital Albert Einstein, e por telemedicina: 

Quem Pode se Beneficiar? Indicações Atualizadas

As indicações para cirurgia bariátrica com foco metabólico foram atualizadas nos últimos anos. As diretrizes mais recentes da ADA (Standards of Care in Diabetes 2024) e da ABESO (Diretrizes Brasileiras de Obesidade, 2023) reconhecem:

  • IMC ≥ 40 kg/m² — independentemente da presença de diabetes
  • IMC ≥ 35 kg/m² com comorbidades como diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono ou dislipidemia
  • IMC entre 30 e 34,9 kg/m² com diabetes tipo 2 inadequadamente controlado, mesmo com terapia medicamentosa otimizada

Este último critério representa uma expansão importante em relação ao que era praticado há alguns anos — e reforça o papel da cirurgia como tratamento metabólico, não apenas bariátrico.

A escolha do procedimento adequado deve ser feita com base em avaliação individualizada, considerando o perfil metabólico, o histórico clínico e as preferências do paciente. O acompanhamento multidisciplinar — com endocrinologista, nutricionista, psicólogo e cirurgião — é fundamental.

Riscos e Limitações: O Que a Cirurgia Não Faz

A cirurgia bariátrica é uma ferramenta poderosa, mas não é isenta de riscos e limitações:

Hipoglicemia hiperinsulinêmica: Alguns pacientes desenvolvem episódios de hipoglicemia (queda da glicose) após as refeições — especialmente após o bypass gástrico. É uma complicação metabólica que exige acompanhamento endocrinológico.

Recidiva do diabetes: Estudos de longo prazo mostram que uma parcela dos pacientes pode ter o diabetes de volta, especialmente aqueles com maior tempo de diagnóstico, menor reserva de células beta e ganho de peso após a cirurgia.

Deficiências nutricionais: A cirurgia pode causar deficiências de ferro, vitamina B12, cálcio e vitamina D, exigindo suplementação contínua.

Riscos cirúrgicos: Como qualquer cirurgia, há riscos operatórios que devem ser discutidos com a equipe médica.

Conforme as diretrizes da ADA (2024) e ABESO (2023), a cirurgia bariátrica ou metabólica deve ser considerada em adultos com IMC ≥ 35 kg/m² e diabetes tipo 2 inadequadamente controlado, e pode ser avaliada em pacientes com IMC entre 30 e 34,9 kg/m² com a mesma condição. A indicação requer avaliação individualizada por endocrinologista, com acompanhamento multidisciplinar pré e pós-operatório.

Principais Pontos

  • A cirurgia bariátrica age por múltiplos mecanismos metabólicos — não apenas pela restrição alimentar ou pela perda de peso.
  • O bypass gástrico (RYGB) é o procedimento com maior taxa de remissão do diabetes tipo 2.
  • Remissão significa HbA1c < 6,5% e glicemia de jejum < 126 mg/dL por ≥ 3 meses sem medicamentos antidiabéticos.
  • As indicações foram ampliadas: pacientes com IMC 30–34,9 kg/m² e DM2 mal controlado já podem ser candidatos.
  • A cirurgia não é uma solução definitiva: o diabetes pode recidivar sem acompanhamento e mudanças de estilo de vida.
  • Hipoglicemia hiperinsulinêmica é uma complicação metabólica pós-bariátrica que exige monitoramento.
  • O acompanhamento endocrinológico pós-operatório é essencial para ajuste de medicamentos, monitoramento de HbA1c e prevenção de complicações.

Erros Comuns

Erro 1: "A cirurgia bariátrica é definitiva — quem opera não precisa mais de acompanhamento médico." Falso. O diabetes pode recidivar anos após a cirurgia, especialmente com ganho de peso ou sem mudanças no estilo de vida. O acompanhamento regular com endocrinologista é indispensável para monitorar HbA1c, ajustar medicamentos e detectar precocemente recidivas.

Erro 2: "A cirurgia só funciona porque a pessoa come menos." Parcialmente errado. A restrição alimentar é um dos mecanismos, mas está longe de ser o principal. Alterações hormonais (GLP-1, grelina), modulação da microbiota intestinal e regulação dos ácidos biliares são fundamentais para a remissão — e explicam por que a melhora glicêmica ocorre antes mesmo da perda de peso significativa.

Erro 3: "Quem tem diabetes leve não precisa nem considerar a cirurgia." Depende do contexto. Para pacientes com obesidade grave e diabetes de difícil controle, a cirurgia pode ser mais eficaz do que anos de tratamento farmacológico intensivo. A indicação deve ser avaliada individualmente — não existe resposta padrão para todos os pacientes.

Erro 4: "Só opera quem tem IMC acima de 40." Critério desatualizado. As diretrizes atuais da ADA e ABESO já reconhecem a cirurgia metabólica em pacientes com IMC a partir de 30 kg/m², desde que haja diabetes tipo 2 inadequadamente controlado. O endocrinologista é o profissional mais indicado para avaliar essa elegibilidade.

Perguntas Frequentes

1. A cirurgia bariátrica cura o diabetes tipo 2?

A cirurgia pode promover a remissão do diabetes — normalização dos níveis de glicose sem medicamentos — mas não é considerada uma cura definitiva. Uma parcela dos pacientes pode ter o diabetes de volta ao longo do tempo. O correto é falar em remissão, não em cura.

2. Quanto tempo leva para o diabetes melhorar após a cirurgia?

A melhora pode ocorrer nas primeiras semanas, antes da perda de peso significativa, devido às alterações hormonais imediatas — principalmente o aumento do GLP-1. A remissão completa, quando acontece, costuma se confirmar em 3 a 6 meses.

3. Qual cirurgia tem melhor resultado para o diabetes: bypass ou sleeve?

O bypass gástrico em Y de Roux (RYGB) apresenta, em geral, taxas de remissão superiores à gastrectomia vertical (sleeve), devido ao maior impacto hormonal. Mas a escolha deve ser individualizada, levando em conta o perfil clínico, as preferências do paciente e a avaliação do cirurgião.

4. Qual é o IMC mínimo para fazer a cirurgia com foco no diabetes?

As diretrizes mais recentes (ADA 2024, ABESO 2023) reconhecem a cirurgia metabólica a partir de IMC 30 kg/m², desde que o paciente tenha diabetes tipo 2 inadequadamente controlado, mesmo com tratamento medicamentoso otimizado. Para IMC ≥ 35 com comorbidades, a indicação é mais bem estabelecida.

5. Qual a diferença entre cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica?

Na prática, os procedimentos são os mesmos (bypass, sleeve). O termo "metabólica" é usado quando o objetivo principal é o controle de doenças como diabetes tipo 2, mesmo em pacientes com obesidade menos grave. A distinção é conceitual — o nome muda o foco da indicação, não a técnica.

6. A cirurgia bariátrica pode causar hipoglicemia?

Sim. Alguns pacientes, especialmente após o bypass gástrico, podem desenvolver episódios de hipoglicemia hiperinsulinêmica — queda acentuada da glicose após refeições, decorrente do aumento excessivo do GLP-1. É uma complicação metabólica que exige acompanhamento endocrinológico e, em alguns casos, ajustes na dieta ou no tratamento.

7. O diabetes pode voltar depois da cirurgia?

Sim. Estudos de longo prazo mostram que uma parcela dos pacientes apresenta recidiva do diabetes, principalmente aqueles com mais tempo de diagnóstico, menor reserva pancreática e ganho de peso após a cirurgia. O acompanhamento endocrinológico regular é essencial mesmo após a remissão.

8. Quando devo procurar um endocrinologista para avaliar a cirurgia?

Se você tem diabetes tipo 2 associado à obesidade e não está atingindo as metas glicêmicas com o tratamento atual, vale conversar com um endocrinologista especialista em diabetes. Ele avaliará seu perfil metabólico, o tempo de diagnóstico, os medicamentos em uso e os critérios de elegibilidade para a cirurgia — ou outras estratégias terapêuticas disponíveis.

📅 Agende sua consulta: Atendimento presencial em Campo Belo (SP) e Hospital Albert Einstein (Perdizes, SP) | Telemedicina disponível

Sobre o Autor

Este artigo foi escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny, endocrinologista e metabologista formado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), com residência no Hospital das Clínicas da USP (Clínica Geral + Endocrinologia e Metabologia) e aproximadamente 20 anos de experiência clínica em diabetes, obesidade e doenças metabólicas. CRM 129869 | RQE 60562. Atendimento no Instituto Aster Medicina e Saúde (Campo Belo, SP) e Hospital Israelita Albert Einstein (Perdizes, SP). Telemedicina disponível.

Referências Científicas:

1.Diabetes remission and diabetic complications of bariatric surgery vs. medical management in patients with type 2 diabetes: A meta‐analysis of randomized controlled trials.

Diabetes, Obesity & Metabolism. 2025. Cheng J, Yu H, Gu Y, et al.NewSR

2.Long-Term Outcomes of Medical Management vs Bariatric Surgery in Type 2 Diabetes.

The Journal of the American Medical Association. 2024. Courcoulas AP, Patti ME, Hu B, et al.

3.Obesity Management as a Primary Treatment Goal for Type 2 Diabetes: Time to Reframe the Conversation.

Lancet. 2022. Lingvay I, Sumithran P, Cohen RV, le Roux CW.Review

4.Benefits and Risks of Bariatric Surgery in Adults: A Review.

The Journal of the American Medical Association. 2020. Arterburn DE, Telem DA, Kushner RF, Courcoulas AP.Review

5.Metabolic Surgery: Weight Loss, Diabetes, and Beyond.

Journal of the American College of Cardiology. 2018. Pareek M, Schauer PR, Kaplan LM, et al.Review

6.Management of Hyperglycemia in Type 2 Diabetes, 2022. A Consensus Report by the American Diabetes Association (ADA) and the European Association for the Study of Diabetes (EASD).

Diabetes Care. 2022. Davies MJ, Aroda VR, Collins BS, et al.Guideline

7.Obesity and Weight Management for the Prevention and Treatment of Diabetes: Standards of Care in Diabetes-2026.

Diabetes Care. 2026. American Diabetes Association Professional Practice Committee for Diabetes*.NewGuideline

8.Metabolic Surgery in the Treatment Algorithm for Type 2 Diabetes: A Joint Statement by International Diabetes Organizations.

Diabetes Care. 2016. Rubino F, Nathan DM, Eckel RH, et al.

9.Metabolic Surgery for the Treatment of Type 2 Diabetes in Obese Individuals.

Diabetologia. 2018. Cummings DE, Rubino F.Review

10.Comprehensive Management of Cardiovascular Risk Factors for Adults With Type 2 Diabetes: A Scientific Statement From the American Heart Association.

Circulation. 2022. Joseph JJ, Deedwania P, Acharya T, et al.Guideline

11.Diagnosis and Treatment of Type 2 Diabetes in Adults.

The Journal of the American Medical Association. 2025. Kalyani RR, Neumiller JJ, Maruthur NM, Wexler DJ.NewReview

Agende sua consulta com endocrinologista especialista em diabete e obesidade e recupere sua saúde hormonal.

O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.