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Como calcular o risco cardiovascular: escore PREVENT, categorias e o que muda no tratamento

Risco cardiovascular: como a diretriz brasileira de 2025 faz a conta e define a sua meta

Resumo rápido

  • Risco cardiovascular é a chance estimada de infarto ou AVC em 10 anos. É ele, e não o colesterol isolado, que define o tratamento.
  • De 30 a 79 anos, em quem nunca teve doença cardiovascular, a diretriz brasileira de 2025 usa o escore PREVENT, da American Heart Association.
  • São cinco categorias, de baixo a extremo, com metas de LDL que vão de abaixo de 115 a abaixo de 40 mg/dL.
  • História familiar precoce, lipoproteína(a) alta e outros agravantes podem subir a categoria; o escore de cálcio ajuda na dúvida.
  • Calculadoras online ajudam, mas o resultado precisa de interpretação médica.

"Doutor, meu LDL é 150. Isso é alto?" A resposta honesta é: depende de quem pergunta. Antes, preciso calcular o risco cardiovascular daquela pessoa, ou seja, a chance de ela ter infarto ou AVC nos próximos anos.

No consultório, uma mulher de 38 anos sem fatores de risco e um homem de 58 com diabetes e pai que infartou cedo podem trazer o mesmo LDL. Ela talvez precise só de ajustes de hábito; ele, de remédio e meta bem mais baixa.

Neste artigo, explico como o risco é calculado, as cinco categorias da diretriz de 2025, o que reclassifica o resultado e o que muda no tratamento.

O que Você Precisa Saber

O risco é uma probabilidade, não uma sentença. Um risco de 10% em 10 anos significa que, de cada 100 pessoas com o mesmo perfil, cerca de 10 terão um evento. Não diz quem, nem quando.

A calculadora é só o primeiro passo. Depois dela, entram os agravantes e, na dúvida, exames como o escore de cálcio.

Quem já teve infarto ou AVC não usa calculadora. Essas pessoas, e quem tem placas importantes nas artérias, já estão no mínimo em risco muito alto.

A categoria define a meta. Quanto maior o risco, mais baixo o LDL precisa ficar. É ela que diz se o seu colesterol "está alto", e não a referência do laboratório.

Como calcular o risco cardiovascular: o escore PREVENT

Costumo explicar com a previsão do tempo: 30% de chance de chuva não garante nada sobre amanhã, mas diz que, em dias parecidos, chove em 3 de cada 10. O risco cardiovascular faz essa conta com as condições do seu corpo. E, como o colesterol alto não tem sintomas, não dá para esperar o corpo avisar.

Definição rápida
Risco cardiovascular

probabilidade estimada de ter um evento causado pela aterosclerose, como infarto, AVC ou doença das artérias das pernas, em geral em 10 anos.

Até 2025, a diretriz brasileira usava o Escore de Risco Global, derivado do estudo de Framingham. A de 2025 adotou o PREVENT, da American Heart Association, criado em 2023 com dados de mais de 6 milhões de adultos.

Definição rápida
Escore PREVENT

equações que estimam o risco cardiovascular em 10 anos, dos 30 aos 79 anos, e em 30 anos, até os 59, em quem não tem doença cardiovascular. Separam o risco de infarto e AVC do de insuficiência cardíaca.

A calculadora pede idade, sexo, colesterol total, HDL, pressão sistólica, uso de remédio para pressão e de estatina, diabetes, tabagismo, IMC e taxa de filtração glomerular (TFG), que mede a função dos rins e costuma vir no laudo da creatinina. Glicada e albumina na urina são opcionais; o código postal só vale nos EUA. Veja que o LDL não entra na conta. Para as categorias brasileiras, vale o risco de doença aterosclerótica em 10 anos.

O escore PREVENT, adotado pela Diretriz Brasileira de Dislipidemias de 2025, estima o risco de infarto e AVC em 10 anos em adultos de 30 a 79 anos sem doença cardiovascular. Abaixo de 5%, o risco calculado é baixo; de 5% a menos de 20%, intermediário; a partir de 20%, alto.

Calculadoras online. A PREVENT é gratuita no site da American Heart Association, em inglês. Use o resultado para conversar com o médico, e não para decidir sozinho: a calculadora não conhece a sua família nem as suas artérias, e a diretriz americana de 2026 lê o mesmo número com outros cortes (lá, 10% já é risco alto). No Brasil, valem 5% e 20%.

As cinco categorias de risco da diretriz brasileira de 2025

Risco baixo: PREVENT abaixo de 5% em 10 anos, sem agravantes e sem diabetes.

Risco intermediário:

  • PREVENT de 5% a menos de 20% sem agravantes, ou abaixo de 5% com agravante;
  • diabetes em homens com menos de 50 anos ou mulheres com menos de 56, sem estratificadores;
  • LDL de 160 a 189 mg/dL.

Risco alto:

  • PREVENT de 20% ou mais, ou risco intermediário com agravante;
  • aterosclerose subclínica;
  • LDL a partir de 190 mg/dL, que pede investigação de hipercolesterolemia familiar;
  • diabetes em homens a partir de 50 anos ou mulheres a partir de 56, ou com 1 a 2 estratificadores de alto risco, como diabetes há mais de 10 anos, hipertensão ou tabagismo;
  • lipoproteína(a) acima de 180 mg/dL.
Definição rápida
Aterosclerose subclínica

placa vista em exame de imagem em quem nunca teve sintomas, como placa na carótida menor que 50%, escore de cálcio acima de 100 (ou do percentil 75 para idade e sexo) ou placa na angiotomografia de coronárias.

Risco muito alto:

  • obstrução de 50% ou mais em alguma artéria, ou evento prévio, como infarto, AVC isquêmico ou angioplastia;
  • escore de cálcio acima de 300;
  • diabetes com estratificadores de muito alto risco, como retinopatia moderada a grave, ou com 3 ou mais de alto risco.

Risco extremo: mais de um evento aterosclerótico maior, ou um evento somado a 2 ou mais condições de alto risco, como idade a partir de 65 anos, diabetes, hipertensão, doença renal ou tabagismo.

A Diretriz Brasileira de Dislipidemias de 2025 classifica o risco cardiovascular em baixo, intermediário, alto, muito alto e extremo, combinando o escore PREVENT, os agravantes, o diabetes, o LDL e a presença de aterosclerose. As metas de LDL são, respectivamente, abaixo de 115, 100, 70, 50 e 40 mg/dL.

Fatores agravantes: o que a calculadora não enxerga

Definição rápida
Fator agravante

condição que aumenta o risco cardiovascular sem entrar na conta do escore e que pode subir a pessoa de categoria.

Os principais são:

  • história familiar precoce: pai, mãe ou irmão com infarto ou AVC antes dos 55 anos (homens) ou dos 65 (mulheres);
  • doença renal crônica e transplante de órgão;
  • lipoproteína(a) a partir de 50 mg/dL (125 nmol/L);
  • PCR ultrassensível (PCR-us) a partir de 2 mg/L, medida fora de infecção;
  • doenças inflamatórias crônicas (artrite reumatoide, psoríase, lúpus) e infecção pelo HIV;
  • obesidade, cintura aumentada, síndrome metabólica e gordura no fígado;
  • nas mulheres: pré-eclâmpsia, hipertensão ou diabetes na gestação, parto prematuro e menopausa antes dos 40 anos.

Entre 30 e 50 mg/dL, a Lp(a) é uma zona de atenção. Basta medir uma vez na vida, como explico em lipoproteína(a) alta.

Dois sinais não entram na fórmula, mas eu valorizo. Um é a relação cintura/altura: a cintura deve ser menor que metade da altura. No estudo brasileiro ELSA-Brasil, de 2025, ela foi, entre as medidas testadas, a única que previu de forma independente o surgimento de cálcio nas coronárias; veja obesidade abdominal. O outro é a síndrome metabólica, quase sempre fruto da resistência à insulina, que acelera a placa mesmo com LDL "normal".

Escore de cálcio: quando ajuda a reclassificar

Definição rápida
Escore de cálcio coronário

tomografia rápida, sem contraste, que mede o cálcio nas artérias do coração. Quanto mais cálcio, mais placa.

Ajuda sobretudo depois dos 40 anos, no risco intermediário com LDL entre 70 e 159 mg/dL e estatina em dúvida, ou no risco baixo com história familiar precoce.

  • Zero: sem outros fatores fortes, muitas vezes permite adiar a estatina, com reavaliação.
  • Acima de zero: a placa já começou, e a balança pende para o tratamento.
  • Acima de 100, ou do percentil 75 para idade e sexo: risco alto. Acima de 300: risco muito alto.

O zero não é salvo-conduto: não anula LDL a partir de 190, diabetes, tabagismo nem história familiar forte, e em jovens a placa pode não ter calcificado. Detalho em escore de cálcio zero e colesterol.

O que muda no tratamento conforme a categoria

As metas da diretriz brasileira de 2025, em mg/dL, que detalho no guia sobre colesterol alto:

Categoria LDL abaixo de Não-HDL abaixo de ApoB abaixo de
Baixo 115 145 100
Intermediário 100 130 90
Alto 70 100 70
Muito alto 50 80 55
Extremo 40 70 45

Além do valor, há uma queda mínima do LDL inicial: 30% no risco baixo e intermediário; 50% nos demais.

Baixo. Estilo de vida; remédio é exceção, se o LDL fica longe da meta.

Intermediário. Estilo de vida e, com LDL acima da meta, em geral estatina moderada.

Alto, muito alto e extremo. Estatina de alta intensidade e, se o LDL de partida está longe da meta, ezetimiba desde o início; veja o guia sobre estatina. Se não basta, entram as injeções de PCSK9 e inclisirana.

Para quem tem diabetes, pré-diabetes ou resistência à insulina, oriento alimentação low carb: menos de 130 g de carboidrato por dia, com prioridade de proteína, vegetais não amiláceos e gorduras naturais, acompanhando o LDL, que sobe em algumas pessoas. Quem usa insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2 precisa ajustar a medicação com o médico ao reduzir carboidratos, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica; diabetes tipo 1, gestação, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Como costumo dizer, não existe equilíbrio, existe prioridade: no risco alto, o hábito soma com o remédio, não o substitui. Quem conduz pode ser o endocrinologista, o cardiologista ou ambos; veja colesterol: endocrinologista ou cardiologista.

Principais Pontos

1O risco cardiovascular estimado, e não o colesterol isolado, define o tratamento.
2A diretriz brasileira de 2025 usa o escore PREVENT de 30 a 79 anos, sem doença cardiovascular.
3O PREVENT inclui função renal e IMC; o LDL não entra na conta.
4As categorias são baixo, intermediário, alto, muito alto e extremo.
5Lp(a) a partir de 50 mg/dL, PCR-us a partir de 2 mg/L e história familiar precoce podem subir a categoria.
6O escore de cálcio desempata casos intermediários; acima de 300, o risco é muito alto.
7As metas de LDL vão de abaixo de 115 a abaixo de 40 mg/dL.
8Quem já teve infarto ou AVC está, no mínimo, em risco muito alto.

Erros Comuns

julgar o colesterol pela referência do laboratório
A faixa do laudo ignora o risco. Um LDL "normal" pode estar acima da meta de quem tem diabetes.
usar a calculadora depois de um infarto ou AVC
Ela foi feita para quem nunca teve doença. Após um evento, o risco já é, no mínimo, muito alto.
misturar calculadoras e pontos de corte
Framingham, PREVENT e a leitura americana usam fórmulas e cortes diferentes. No Brasil, vale o PREVENT com 5% e 20%.
achar que risco baixo em 10 anos vale para a vida toda
Em jovens, a idade derruba o número. O risco em 30 anos e os agravantes mostram o que a conta curta esconde.
tratar o escore de cálcio zero como alta definitiva
O zero não anula diabetes, tabagismo, LDL a partir de 190 nem história familiar forte.

Perguntas Frequentes

  • Como calcular meu risco cardiovascular?

    Entre 30 e 79 anos, sem infarto ou AVC prévio, use a calculadora PREVENT, gratuita no site da American Heart Association. Ela pede idade, sexo, colesterol total, HDL, pressão sistólica, IMC, TFG, diabetes, tabagismo e uso de remédio para pressão ou estatina. O resultado é um ponto de partida: agravantes e exames podem mudar a categoria.

  • O que é o escore PREVENT e como interpretar o resultado?

    É a calculadora adotada pela diretriz brasileira de 2025. O número mostra a chance de infarto ou AVC em 10 anos. Abaixo de 5% é risco baixo; de 5% a menos de 20%, intermediário; a partir de 20%, alto. Agravantes, diabetes, valor do LDL e placas nas artérias podem subir a categoria.

  • Qual a diferença entre o PREVENT e o escore de Framingham?

    Framingham foi a base do Escore de Risco Global, usado no Brasil até 2025. O PREVENT usa dados mais amplos, inclui função renal e IMC, estima também o risco em 30 anos e não usa raça. Como as fórmulas diferem, os números não são comparáveis: um valor menor no PREVENT não significa que o risco caiu.

  • O que significa risco cardiovascular intermediário?

    Significa PREVENT entre 5% e menos de 20% em 10 anos sem agravantes, ou situações como LDL de 160 a 189 mg/dL e diabetes em homens com menos de 50 anos ou mulheres com menos de 56, sem estratificadores. A meta de LDL é abaixo de 100 mg/dL, e o escore de cálcio ajuda a decidir sobre estatina.

  • O que significa alto risco cardiovascular?

    É a categoria de quem tem PREVENT de 20% ou mais, risco intermediário com agravante, placa em exame de imagem, LDL a partir de 190 mg/dL ou diabetes em homens a partir de 50 anos e mulheres a partir de 56. A meta é LDL abaixo de 70 mg/dL, com queda de pelo menos 50%.

  • Qual é a meta de LDL para cada risco cardiovascular?

    Pela diretriz brasileira de 2025: abaixo de 115 mg/dL no risco baixo, 100 no intermediário, 70 no alto, 50 no muito alto e 40 no extremo. As metas de não-HDL ficam cerca de 30 mg/dL acima. Também conta a queda do LDL inicial: pelo menos 50% nos três riscos mais altos e 30% nos demais.

  • Quais exames de sangue entram no cálculo do risco cardiovascular?

    Na calculadora entram colesterol total, HDL e creatinina, usada para estimar a TFG; glicada e albumina na urina são opcionais. Para reclassificar, ajudam a lipoproteína(a), medida uma vez na vida, e a PCR ultrassensível. O LDL não entra na conta, mas é o principal alvo do tratamento, e a ApoB ajuda quando os triglicerídeos estão altos.

  • PCR alta aumenta o risco cardiovascular?

    A PCR ultrassensível a partir de 2 mg/L é fator agravante, porque indica inflamação de baixo grau, que acelera a aterosclerose. Mas ela sobe com gripe, infecções e machucados, então só vale um resultado medido com você bem, de preferência confirmado. Sozinha, não define tratamento, mas pode subir a categoria.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 23 de outubro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Rached FH, et al. Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025. Arq Bras Cardiol. 2025;122(9):e20250640. doi:10.36660/abc.20250640.
  2. Khan SS, Matsushita K, Sang Y, et al. Development and Validation of the American Heart Association's PREVENT Equations. Circulation. 2024;149(6):430-449. doi:10.1161/CIRCULATIONAHA.123.067626.
  3. Khan SS, Coresh J, Pencina MJ, et al. Novel Prediction Equations for Absolute Risk Assessment of Total Cardiovascular Disease Incorporating Cardiovascular-Kidney-Metabolic Health: A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation. 2023;148(24):1982-2004. doi:10.1161/CIR.0000000000001191.
  4. Blumenthal RS, Morris PB, Gaudino MFL, et al. 2026 ACC/AHA/AACVPR/ABC/ACPM/ADA/AGS/APhA/ASPC/NLA/PCNA Guideline on the Management of Dyslipidemia: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Joint Committee on Clinical Practice Guidelines. Circulation. 2026;153(17). doi:10.1161/CIR.0000000000001423.
  5. Mach F, Baigent C, Catapano AL, et al. 2019 ESC/EAS Guidelines for the management of dyslipidaemias: lipid modification to reduce cardiovascular risk. Eur Heart J. 2020;41(1):111-188. doi:10.1093/eurheartj/ehz455.
  6. Koschinsky ML, Bajaj A, Boffa MB, et al. A focused update to the 2019 NLA scientific statement on use of lipoprotein(a) in clinical practice. J Clin Lipidol. 2024;18(3):e308-e319.
  7. Mendes TB, Generoso G, Fabiano RC, et al. Waist-to-height ratio and coronary artery calcium incidence: the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil). Lancet Reg Health Am. 2025;52:101281.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

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Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

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Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

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Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

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Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

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Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

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Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

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Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.