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Escore de cálcio coronariano: quem deve fazer e como interpretar o resultado

Escore de cálcio: o que o exame mede, para quem serve e o que significam zero, 100 e 300

Resumo rápido

  • O escore de cálcio é uma tomografia rápida, sem contraste e com dose baixa de radiação, que mede o cálcio já depositado nas artérias do coração.
  • Serve para quem não tem sintomas e está em dúvida sobre começar estatina, sobretudo no risco intermediário, depois dos 40 anos.
  • Pela diretriz brasileira de 2025, acima de 100, ou do percentil 75 para idade e sexo, o risco é alto; acima de 300, muito alto.
  • Zero, sem outros fatores fortes, muitas vezes permite adiar a estatina, mas não anula diabetes, cigarro, LDL a partir de 190 nem história familiar forte.
  • Não investiga dor no peito nem acompanha o tratamento: a estatina pode até aumentar o escore.

Ela tem 57 anos, não fuma, não tem diabetes e traz LDL de 148 mg/dL. Pelo escore PREVENT, a chance de infarto ou AVC em 10 anos é de 7%: risco intermediário, meta de LDL abaixo de 100. Não quer remédio sem certeza e pergunta se o escore de cálcio pode ajudar a decidir.

Veio zero: ajustamos hábitos e combinamos reavaliar em alguns anos. Outro paciente, de 55 anos e com números parecidos, trouxe escore de 180: risco alto, meta abaixo de 70 e estatina.

Perceba que o exame não mudou o colesterol de ninguém; mudou a leitura do risco. A seguir, explico quem deve fazer, como ler o laudo e o que muda no tratamento; o número é sempre lido com a história e os outros exames.

O que Você Precisa Saber

O exame mostra a cicatriz, não a placa inteira. Ele enxerga só a parte da placa que calcificou: mais cálcio significa mais placa, mas o zero não garante artérias limpas.

Ele serve para desempatar. Antes de pedir, pergunto: o que faremos se vier zero, e se vier alto? Se as respostas forem iguais, o exame não ajuda.

O mesmo número muda com o contexto. Idade, sexo, LDL, diabetes, cigarro e história familiar mudam o peso do resultado.

Não é exame de acompanhamento. Depois que o tratamento começa, quem guia é o LDL.

O que é o escore de cálcio coronariano: a foto das cicatrizes

Costumo explicar assim: a placa de gordura na parede da artéria começa mole e, com os anos, parte dela endurece com cálcio, como uma cicatriz. O escore de cálcio é a fotografia dessas cicatrizes; a placa recente, ainda mole, não aparece na foto.

Definição rápida
Escore de cálcio coronariano

tomografia do coração sem contraste, sincronizada com o eletrocardiograma, que soma o cálcio depositado nas artérias coronárias. O número, chamado escore de Agatston, leva em conta a área e a densidade de cada mancha de cálcio.

Você deita com eletrodos no peito e segura a respiração por alguns segundos. As imagens levam poucos minutos, e o exame todo, cerca de 15 a 20. Os serviços de imagem não pedem jejum e orientam manter os remédios do dia. Não se faz na gravidez.

A dose de radiação não passa de cerca de 1 mSv, parecida com a de uma mamografia (cerca de 0,8 mSv) e menor que a radiação natural de um ano (cerca de 3 mSv). Ainda assim, só faz sentido quando o resultado pode mudar uma decisão.

Para quem o escore de cálcio serve

O exame é para quem não tem sintomas e está na zona cinzenta: a conta do risco não deixa claro se a estatina vale a pena.

Pela Diretriz Brasileira de Dislipidemias de 2025, ele é recomendado depois dos 40 anos, no risco intermediário (PREVENT de 5% a menos de 20% em 10 anos), com LDL entre 70 e 159 mg/dL e estatina em dúvida. Pode ser considerado no risco baixo com história familiar precoce: pai, mãe ou irmão com infarto ou AVC antes dos 55 anos (homens) ou dos 65 (mulheres). Explico a conta em como calcular o risco cardiovascular.

Nos Estados Unidos, as faixas mudaram com o PREVENT. A diretriz de 2018, com a calculadora antiga, usava risco de 7,5% a menos de 20%; a de 2026 indica o exame a partir dos 40 anos nos homens e dos 45 nas mulheres, com PREVENT de 3% a menos de 10%. Num estudo americano, o PREVENT estimou risco médio de 4% em 10 anos, metade dos 8% da calculadora antiga.

Quando o escore de cálcio não ajuda

Dor no peito ou falta de ar aos esforços. Sintomas pedem outra investigação, como teste de esforço ou angiotomografia. Dor forte, desmaio ou falta de ar súbita são urgência: SAMU (192).

Tratamento já indicado. Infarto, AVC ou angioplastia prévios, risco alto pelo cálculo, diabetes com lesão em rins, olhos ou nervos e LDL acima de 190 dispensam o exame para decidir. O mesmo vale para quem já usa estatina por indicação clara.

Check-up de todos. As diretrizes não recomendam o exame como rastreio geral, e em jovens a placa costuma ainda não ter calcificado.

Como ler o laudo: escore de Agatston, percentil e número de artérias

O laudo traz o escore total e, muitas vezes, o percentil e a distribuição por artéria. A tabela orienta; não substitui a avaliação.

Escore de Agatston O que significa O que costuma vir depois
0 Sem cálcio detectável Sem fatores fortes, muitas vezes permite adiar a estatina, com reavaliação
1 a 99 Placa presente, em pequena quantidade A balança pende para tratar; acima do percentil 75, conta como risco alto
100 a 299 Aterosclerose sem sintomas, em quantidade relevante Risco alto: meta de LDL abaixo de 70 e queda de pelo menos 50%
300 ou mais Carga alta de placa Risco muito alto: meta de LDL abaixo de 50

As faixas seguem o padrão de laudo da sociedade americana de tomografia cardiovascular; laudos e estudos antigos podem usar 400 como segundo corte.

Definição rápida
Percentil do escore de cálcio

posição do seu resultado entre pessoas da mesma idade, sexo e etnia. Percentil 75 significa escore maior que o de 75 em cada 100 delas.

O percentil pesa mais em jovens: pouco cálcio aos 45 anos pode passar do percentil 75 e já indicar risco alto. A referência mais usada é a calculadora do estudo americano MESA, válida dos 45 aos 84 anos para brancos, negros, hispânicos e chineses; o ELSA-Brasil publicou percentis brasileiros em 2016.

O laudo também mostra quais das quatro artérias principais têm cálcio: tronco da coronária esquerda, descendente anterior, circunflexa e coronária direita. Cálcio em várias delas pesa mais.

No estudo americano MESA, com 6.814 pessoas de 45 a 84 anos acompanhadas por cerca de 11 anos, a taxa de infarto, AVC e outros eventos ateroscleróticos em 10 anos ficou entre 1,3% e 5,6% com escore zero e entre 13,1% e 25,6% com escore acima de 300, conforme o subgrupo.

O que muda na conduta com cada resultado

Escore de cálcio zero. Indica ausência de cálcio detectável naquele exame, não ausência de placa nem de risco futuro. No risco intermediário, com dúvida real, muitas vezes permite adiar a estatina, mantendo hábitos e reavaliação. Não retira a indicação de tratar com LDL a partir de 190, diabetes, tabagismo atual, história familiar forte de infarto ou AVC em idade jovem, lipoproteína(a) elevada ou doença cardiovascular estabelecida. Cigarro, diabetes e história familiar forte já eram exceções na diretriz americana de 2018. Nunca suspenda a estatina por conta própria; detalho em escore de cálcio zero e colesterol.

De 1 a 99. A placa começou. Nos Estados Unidos, isso favorece a estatina, sobretudo a partir dos 55 anos (diretriz de 2018). Pela brasileira, acima do percentil 75 já é risco alto.

Acima de 100 ou do percentil 75. É aterosclerose subclínica, ou seja, placa sem sintomas: risco alto, meta de LDL abaixo de 70 mg/dL e queda de pelo menos 50%, em geral com estatina.

Acima de 300. Risco muito alto, com meta de LDL abaixo de 50. Na hipercolesterolemia familiar, acima de 100 já é risco muito alto. As metas completas estão em meta de LDL.

Pela Diretriz Brasileira de Dislipidemias de 2025, um escore de cálcio acima de 100, ou acima do percentil 75 para idade e sexo, classifica a pessoa como de alto risco cardiovascular, com meta de LDL abaixo de 70 mg/dL. Acima de 300, o risco passa a muito alto, com meta abaixo de 50 mg/dL.

Escore alto, sem sintomas, não significa cateterismo: significa tratar o risco. Como costumo dizer, não existe equilíbrio, existe prioridade: com placa documentada, o hábito soma com o remédio, não o substitui. Quem conduz pode ser o endocrinologista, o cardiologista ou ambos; veja colesterol: endocrinologista ou cardiologista.

A estatina aumenta o escore de cálcio? Por que não repetir para acompanhar

Pode aumentar. Numa análise de oito estudos que examinaram as coronárias com ultrassom por dentro do vaso, a placa de quem usava estatina ganhou mais cálcio que a de quem não usava. Os autores interpretam isso como estabilização da placa.

Por isso, escore que sobe no tratamento não é fracasso, e o exame não serve para acompanhar a resposta. Quem mostra o efeito é o perfil lipídico: LDL, colesterol não-HDL e, quando indicado, ApoB, de 4 a 12 semanas após iniciar ou ajustar o remédio.

E quando repetir? O zero costuma se manter por 3 a 7 anos, conforme sexo, etnia e risco, e por menos tempo no diabetes. Não é exame anual, mas também não é para nunca mais repetir: o intervalo depende da decisão em jogo. Com escore positivo e tratamento em curso, em geral não há o que repetir.

Escore de cálcio ou angiotomografia de coronárias

Escore de cálcio Angiotomografia de coronárias
Contraste Não usa Usa contraste na veia
O que mostra Só o cálcio das placas Placas com e sem cálcio e estreitamentos
Radiação Até cerca de 1 mSv Maior
Para quem Sem sintomas, para decidir a prevenção Investigação de sintomas ou de teste alterado

Mulheres e diabetes: o que muda na leitura

Mulheres. O cálcio costuma aparecer mais tarde; por isso, a diretriz americana de 2026 indica o exame a partir dos 45 anos. Quando aparece, pesa mais: num estudo com 63.215 pessoas sem sintomas, o risco de morte cardiovascular foi parecido entre os sexos sem cálcio e 1,3 vez maior nas mulheres com cálcio. Pré-eclâmpsia, diabetes ou hipertensão na gestação e menopausa antes dos 40 anos também contam.

Diabetes. A maioria dos adultos com diabetes a partir dos 40 anos já tem indicação de estatina, e o zero vale por menos tempo. O exame ajuda mais em homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 56, sem estratificadores, que a diretriz brasileira põe no risco intermediário: escore entre 10 e 300 leva ao risco alto; acima de 300, ao muito alto.

Principais Pontos

1O escore de cálcio mede o cálcio das coronárias, sem contraste e com até cerca de 1 mSv.
2Serve para quem não tem sintomas e está em dúvida sobre a estatina.
3Pela diretriz brasileira de 2025, acima de 100, ou do percentil 75, é risco alto; acima de 300, muito alto.
4Zero, sem fatores fortes, muitas vezes permite adiar a estatina, com reavaliação.
5O zero não anula LDL a partir de 190, diabetes, cigarro, história familiar forte nem Lp(a) elevada.
6O percentil pesa mais em jovens.
7A estatina pode aumentar o escore; o tratamento se acompanha pelo LDL.
8Dor no peito pede outra investigação.

Erros Comuns

pedir o exame como check-up para todos
Sem dúvida sobre o tratamento, o resultado não muda a conduta.
achar que zero significa artérias limpas
A placa sem cálcio não aparece na tomografia.
suspender a estatina por causa de um zero
Quem tem indicação clara continua com ela; a decisão é com o médico.
repetir o escore para ver se o remédio funcionou
A estatina pode aumentar o número; o efeito aparece no LDL.
usar o escore para investigar dor no peito
Sintomas pedem outros exames e, se fortes ou súbitos, urgência.
olhar só o número total
Percentil e número de artérias mudam a leitura.

Perguntas Frequentes

  • O que é o escore de cálcio e como é feito o exame?

    É uma tomografia do coração, não um exame de sangue. Você deita com eletrodos no peito e segura a respiração por alguns segundos; as imagens levam poucos minutos, sem contraste e com até cerca de 1 mSv de radiação. Não costuma exigir jejum, e os remédios do dia são mantidos. O resultado sai em unidades Agatston.

  • Quem deve fazer o escore de cálcio?

    Quem não tem sintomas e está em dúvida sobre começar estatina. A diretriz brasileira de 2025 recomenda o exame depois dos 40 anos, no risco intermediário, com LDL entre 70 e 159 mg/dL; no risco baixo, pode ser considerado com história familiar precoce. Quem já teve infarto ou AVC, tem LDL a partir de 190 ou dor no peito não precisa dele para decidir.

  • Escore de cálcio zero: o que significa?

    Que não havia cálcio detectável nas coronárias naquele exame; a placa mole não aparece. No risco intermediário, sem outros fatores fortes, muitas vezes permite adiar a estatina, com reavaliação. Não vale para quem fuma, tem diabetes, LDL a partir de 190, história familiar forte, Lp(a) elevada ou doença cardiovascular. Costuma valer de 3 a 7 anos, menos no diabetes.

  • O que significa escore de cálcio acima de 100?

    Que já existe aterosclerose em quantidade relevante. Pela diretriz brasileira de 2025, acima de 100, ou do percentil 75, o risco é alto e a meta de LDL fica abaixo de 70 mg/dL; acima de 300, o risco é muito alto, com meta abaixo de 50.

  • Escore de cálcio alto: o que fazer?

    Sem sintomas, a resposta é tratar o risco, não correr para o cateterismo. Em geral, entra estatina com meta de LDL mais baixa, além do controle de pressão, glicose, peso e cigarro. Leve o laudo completo à consulta. Dor no peito ou falta de ar aos esforços pedem avaliação rápida.

  • O que significa percentil 75 ou 90 no escore de cálcio?

    Compara o seu resultado com o de pessoas da mesma idade, sexo e etnia: percentil 90 é escore maior que o de 90 em cada 100 delas. Pela diretriz brasileira, acima do percentil 75 já é risco alto, mesmo com escore abaixo de 100. Isso pesa sobretudo em jovens, em quem pouco cálcio já é muito para a idade.

  • O escore de cálcio pode diminuir?

    Não é esse o objetivo do tratamento. A estatina, que reduz o risco de infarto, pode até aumentar o escore, porque a placa calcifica e se estabiliza. Por isso, um número que sobe durante o tratamento não é fracasso, e o exame não é repetido para acompanhar o remédio: quem mostra o efeito é o LDL.

  • Qual a diferença entre escore de cálcio e angiotomografia de coronárias?

    O escore de cálcio não usa contraste e mede só o cálcio das placas, para decidir a prevenção em quem não tem sintomas. A angiotomografia usa contraste na veia, tem mais radiação e mostra placas com e sem cálcio e os estreitamentos. É usada para investigar sintomas ou um teste de esforço alterado, não como rotina.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 28 de outubro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Rached FH, et al. Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025. Arq Bras Cardiol. 2025;122(9):e20250640. doi:10.36660/abc.20250640.
  2. Blumenthal RS, Morris PB, Gaudino MFL, et al. 2026 ACC/AHA/AACVPR/ABC/ACPM/ADA/AGS/APhA/ASPC/NLA/PCNA Guideline on the Management of Dyslipidemia: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Joint Committee on Clinical Practice Guidelines. Circulation. 2026;153(17). doi:10.1161/CIR.0000000000001423.
  3. Grundy SM, Stone NJ, Bailey AL, et al. 2018 AHA/ACC/AACVPR/AAPA/ABC/ACPM/ADA/AGS/APhA/ASPC/NLA/PCNA Guideline on the Management of Blood Cholesterol. Circulation. 2019;139(25):e1082-e1143. doi:10.1161/CIR.0000000000000625.
  4. Hecht HS, Blaha MJ, Kazerooni EA, et al. CAC-DRS: Coronary Artery Calcium Data and Reporting System. An expert consensus document of the Society of Cardiovascular Computed Tomography (SCCT). J Cardiovasc Comput Tomogr. 2018. doi:10.1016/j.jcct.2018.03.008.
  5. Budoff MJ, Young R, Burke G, et al. Ten-year association of coronary artery calcium with atherosclerotic cardiovascular disease (ASCVD) events: the Multi-Ethnic Study of Atherosclerosis (MESA). Eur Heart J. 2018;39(25):2401-2408. doi:10.1093/eurheartj/ehy217.
  6. Dzaye O, Dardari ZA, Cainzos-Achirica M, et al. Warranty Period of a Calcium Score of Zero: Comprehensive Analysis From MESA. JACC Cardiovasc Imaging. 2021;14:990-1002. doi:10.1016/j.jcmg.2020.06.048.
  7. Puri R, Nicholls SJ, Shao M, et al. Impact of statins on serial coronary calcification during atheroma progression and regression. J Am Coll Cardiol. 2015;65(13):1273-1282. doi:10.1016/j.jacc.2015.01.036.
  8. Shaw LJ, Min JK, Nasir K, et al. Sex differences in calcified plaque and long-term cardiovascular mortality: observations from the CAC Consortium. Eur Heart J. 2018;39(41):3727-3735. doi:10.1093/eurheartj/ehy534.
  9. Aldarmasi MA, Ignaszewski A, Taylor CM. Early detection, lasting prevention: The significance of coronary artery calcium scores. BC Med J. 2025;67(8):284-287.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

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Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.